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Planeta dos Primatas 2.0

Planeta dos Primatas 2.0

18
Dez18

Causas de Degeneração

Afonso Manuel

https://mises.org.br/Article.aspx?id=2953

  Os socialistas de hoje praticamente abandonaram a velha retórica da "luta de classes", a qual envolvia uma batalha entre as classes capitalistas e proletárias. Há agora uma nova batalha, a qual opõe "opressores" a "oprimidos". As classes oprimidas incluem os grupos LGBT, os negros, as feministas, os imigrantes, os "não-assimilados culturalmente" e várias outras categorias consideradas mascotes. Já a classe opressora é formada majoritariamente por homens e mulheres cristãos, brancos e heterossexuais, de qualquer profissão (empregado ou empregador), que não sejam ideologicamente simpáticos ao socialismo. (do link acima)   

// https://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/o-globalismo-e-o-que-ele-esconde/ 

29
Set18

O Totalitarismo Global

Afonso Manuel

If-you-dont-defend-liberty-get-UN-Islam-or-communi

As Nações Unidas, e aqueles seus membros com regimes mais autocráticos, têm grandes planos para sua vida, seus filhos, seu país e seu mundo. E esses planos não se limitam ao acordo coercitivo "climático" concluído recentemente em Paris.

Enquanto a grande mídia nos Estados Unidos destacava o ISIS, futebol, e, claro,  o "aquecimento global", praticamente todos os governos nacionais e ditaduras do planeta se reuniam na 70ª Assembleia Geral anual  na sede da ONU em Nova York para adotar um plano diretor draconiano de 15  anos para o planeta. Os Principais globalistas como o ex-chefe da OTAN, Javier Solana, um socialista, estão comemorando o plano, que a cúpula "aprovou" por unanimidade, como o próximo "Grande Salto Adiante" - sim, o velho slogan de campanha do Partido Comunista Chinês. (mais no post linkado abaixo)

 

 https://cloneclock.blogspot.com/2016/09/prepare-se-para-ser-escravo-da-onu.html 

05
Jul18

A Grande Degeneração

Afonso Manuel

Degen.jpg

 

"De modo geral, a Nova Esquerda continuou o trabalho do capitalismo ao reforçar os valores individualistas do Ocidente e removeu as últimas barreiras no caminho da dominação de desejos consumistas em todas as esferas da vida. Nas instâncias em que a Nova Esquerda ocidental se apaixonou por revolucionários do Terceiro Mundo, isso tomou a forma de um escapismo orientalista rumo a fantasias exóticas que não tinham nada em comum com as perspectivas de stalinistas convictos como Che Guevara ou Mao Zedong. A solidariedade de hippies americanos para com revolucionários camponeses vietcongues parece patentemente absurda. O Vietnã foi vencido em nome do coletivismo radical, da virtude militar ascética e da libertação nacional, não do libertinismo sexual e do ofender os próprios pais. É claro, pode-se notar exceções legítimas no meio da Nova Esquerda, como a Fração do Exército Vermelho, da Alemanha Ocidental, que realmente incorporou a disciplina exaltada por guerrilheiros até a morte.
 
Concluindo, podemos dizer que o espírito revolucionário da juventude foi sabotado pelos valores ocidentais contra os quais ele deveria estar travando um conflito revolucionário, nomeadamente individualismo, egoísmo, hedonismo, a recusa da autêntica disciplina revolucionária. O potencial revolucionário da juventude foi transformado em mais um mercado. O sofrimento e sacrifício de combatentes ao redor do mundo se tornaram acessórios para jovens alienados pavonear seu "individualismo", que na realidade não é nada além de conformismo à vasta gama de opções oferecidas pelo capitalismo. Outro sinal da degeneração da "Geração Eu". A verdadeira revolta vindoura deve necessariamente varrer essa falsa rebelião que satura a juventude ocidental, junto a todos os outros falsos valores do Ocidente." (mais no link-post colocado em baixo)

https://civilizacao.blogs.sapo.pt/1400.html 

24
Abr18

Toronto (O novo "normal" no Canadá)

Afonso Manuel

toronto.jpg

Um total de dez pessoas morreram e dezena e meia ficaram feridas num atropelamento ontem ocorrido na cidade canadiana de Toronto que as autoridades classificam como um "ato deliberado".

 

justin.jpg

Entretanto o sr Trudeau (na imagem com a "nova" bandeira do Canadá) já veio dizer que não foi terrorismo.Terá sido "apenas" mais um evento(na linha de outros mais recentes)de "enriquecimento" multicultural e "moderno" nas sociedades ocidentais?No entanto,chame-se terrorismo ou que se quiser(inclusive um acto realizado por um "doente mental")a verdade é que morreram mais umas quantas pessoas(além dos feridos com as vidas estragadas)em nome do "progressismo" e do "open borders" promovido por indivíduos como esse(1º ministro do país que conhecemos por Canadá) na imagem acima.

31
Mar18

A Armadilha do Progresso

Afonso Manuel

"Numa frase lapidar, Eduardo Lourenço escreveu que a “construir a Europa por irresistível pressão das forças económicas e uma lógica que é hoje planetária, como sonâmbulos, não é projecto que entusiasme ninguém.” (Ver A Europa Desencantada, 3ª ed., Gradiva, 2011, p. 240). É bem verdade! E não é só a integração europeia que se ressente da hegemonia do homo economicus, gerando o desencantamento do cidadão face à Europa. A actual lógica capitalista, baseada numa competição extremada, está a levar ao esgotamento qualquer ideia genuína de progresso — o “movimentismo” é a sua última versão, cada vez mais falseada e desumanizada. Alimenta uma engrenagem de insustentabilidade ao induzir, por exemplo, uma ecologia alterada e uma demografia que corrói o equilíbrio do modelo social europeu / Estado social. Paradoxalmente, o que deveria ser a sua antítese, a ideologia social-liberal / libertária de esquerda, acentua essas últimas tendências, pelos estilos de vida fragmentários que promove. A conjugação de ambas levanta problemas complexos no longo prazo, embora possa gerar, especialmente ao nível das elites, vantagens e oportunidades de prosperar à custa do todo social. Não é surpreendente que a Europa, parafraseando Eduardo Lourenço, esteja a ultrapassar o limiar de um tempo não europeu e a tornar-se progressivamente irrelevante.

A ideologia do progresso, na versão social-liberal / libertária, de esquerda, vê-se, a si própria, como genuinamente progressista. Tem normalmente escapado à crítica do progresso. Não há razão substantiva para isso. Sofre de similares problemas aos já apontados às outras facetas da ideologia do progresso. A sua crença não assenta nas possibilidades da ciência e tecnologia, nem do crescimento da economia, mas nas possibilidades infinitas e redentoras de um progresso social. Acredita na “destruição criadora” da transformação social, na criação permanente de novos valores superiores aos antigos. Cultiva a sua própria forma de “movimentismo”. Nutre-se do pré-conceito acrítico de que o novo supera automaticamente o antigo, de que isso é evolução, é progresso. O europeu / ocidental já adquiriu uma saudável dose de cepticismo e de espírito crítico sobre a ideologia do progresso no campo científico-tecnológico (e também no económico). As tragédias das duas guerras mundiais e os problemas ecológicos levantados pela economia capitalista foram um necessário choque de realidade — e um grito da consciência crítica e ética. Não adquiriu ainda essa consciência face à ideologia progressista no campo social e ao seu culto ‘movimentista‘— e experimentalista — da transformação social permanente. É o seu “admirável mundo novo”. Assenta na desconstrução dos valores estabelecidos inspirada em Jacques Derrida e na resistência anti-poder de Michel Foucault. Ironicamente, a analogia com as ideias liberais / (neo)liberais de direita, de um progresso pela “destruição criadora”, é grande. As teses ecoam as de Schumpeter. Estas vêm a inovação / competitividade / empreendedorismo com um motor da transformação. As externalidades sociais e ambientais não são um problema seu. Os sociais-liberais, ou libertários de esquerda, sofrem de similar visão simplista. O pré-conceito progressista impede de ver como a transformação social permanente, com a difusão de estilos de vida hedonistas e egocêntricos, fragmentam e atomizam a sociedade. A insustentabilidade demográfica, gerada pelo homo economicus obcecado pela competição, é acentuada pela instabilidade da transformação social permanente. O modelo social europeu / Estado social é um dano colateral de ambas as ideologias." (artigo de José Pedro Fernandes no jornal Público em Abril 2016)

https://www.wook.pt/livro/o-regresso-da-geopolitica-jose-pedro-teixeira-fernandes/19279146 

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